quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Brasil assinará acordo com a Rússia para compra de bateria antiaérea

Em visita a Brasília, o primeiro ministro russo Dmitri Medvedev conseguiu do governo brasileiro a assinatura de um acordo para venda de sistema de defesa antiaéreo. O acordo era tratado com sigilo pelo Brasil e, segundo interlocutores do governo brasileiro, o negócio pode chegar a R$ 2 bilhões.

Os pormenores da negociação estão sendo definidos em encontro entre o premier e o vice-presidente brasileiro, Michel Temer, mas a assinatura do ato é dada como certa. O acordo ainda é uma declaração de intenções, que em termos diplomáticos trata-se de um início de negociação. A exemplo das últimas aquisições militares brasileiras é condição da negociação sobre baterias antiaéreas a transferência de tecnologia.


A declaração de intenções promete “incrementar, a partir de março de 2013, as negociações bilaterais com vistas à possibilidade de preparação de contrato para futuras obtenções, por parte do governo do Brasil, de baterias antiaéreas, com o desenvolvimento conjunto de novos produtos de defesa”.
Segundo o documento, o ato ainda garante “a participação de empresas estratégicas de defesa brasileiras nos processos produtivos e de sustentabilidade logística integrada, com transferência efetiva de tecnologia, sem restrições”.


quarta-feira, 30 de janeiro de 2013


Marinha quer usar enxame de robôs farejadores para montar bombas.

Projeto usaria feromônios artificiais para guiar autômatos até a área de montagem do armamento.


Um novo projeto da Marinha Americana promete facilitar a vida dos soldados que lidam com os armamentos de suas embarcações. Em um documento oficial, a organização militar pretende criar um enxame de robôs que vai ser encarregado de montar torpedos e mísseis, o que pode ser de grande ajuda para trabalhar em espaços apertados.
O curioso, no entanto, é que esses autômatos teriam como método de localização o “olfato”. Segundo o Wired, o conceito envolveria utilizar feromônios artificiais para guiar o enxame até a área de preparação das armas – como os robôs se guiariam até lá ou qual o químico utilizado, isso ainda é um mistério.
É claro que, apesar de tudo, ainda há um longo caminho pela frente até que o conceito possa virar realidade. O principal obstáculo do projeto, até o momento, é criar um feromônio capaz de resistir aos ventos fortes das áreas externas das embarcações e às temperaturas de quase 100° C, além de manter sua composição em contato com petróleo e desaparecer por completo em aproximadamente 20 minutos.